A abertura oficial do dia ocorrerá em Peso da Régua, no Museu do Douro, com o Encontro PATRIMÓNIO RURAL: TERRITÓRIO E PAISAGEM COMO RECURSO CULTURAL, seguido de uma Visita guiada a Ucanha e Persegueda. Acções conjuntas do ICOMOS-Portugal com o Ministério da Cultura, Ministério do Ambiente e do Ordenamento do Território, IGESPAR, DRCN, Missão do Douro, Turismo do Douro e Museu do Douro com o programa seguinte:
quarta-feira, 14 de abril de 2010
18 de Abril: Abertura oficial do Dia Internacional dos Monumentos e Sítios na Régua
A abertura oficial do dia ocorrerá em Peso da Régua, no Museu do Douro, com o Encontro PATRIMÓNIO RURAL: TERRITÓRIO E PAISAGEM COMO RECURSO CULTURAL, seguido de uma Visita guiada a Ucanha e Persegueda. Acções conjuntas do ICOMOS-Portugal com o Ministério da Cultura, Ministério do Ambiente e do Ordenamento do Território, IGESPAR, DRCN, Missão do Douro, Turismo do Douro e Museu do Douro com o programa seguinte:
Marta Sosa, um trasmontano na Academia
O seu primeiro livro Anunciación apareceu em 1964. Desde então publicou uma dezena de obras, das quais se destacam Oscuro sol de los puertos (1998) e Territorios Privados (1999), com que foi galardadoado no Prémio de Literatura del Ayuntamiento de Caracas. Mais recentemente publicou Las manos del viento (2001) e El rio solitario (2004). Um ano mais tarde reuniu toda a sua obra poética de 1964 a 2004 sob o título Los barcos de la memoria. É responsável por antologias como Navegación de tres siglos, Antologia basica de la poesia venezolana 1826/2002 (2003) e Poetas e Poéticas de Venezuela (2004).
A poesia de Joaquín Marta Sosa destaca-se, nas palavras de Rafael Arráiz Lucca pela "síntesis alcanzada entre la pulsión narrativa y una muy decantada expresión lírica". Em Amares - a sua obra mais recente - a memória consubstancia-se no território particular do diálogo maduro com a mulher amada e na sua presença como espaço de vida.
quinta-feira, 1 de abril de 2010
XXVI PRÉMIO DE POESIA CIDADE DE OURENSE
Uma vez mais a Cidade de Ourense promove o seu Prémio de Poesia, destinado a originais em Galego e Português. O vencedor arrecadará a quantia de 6.000 euros e verá a sua obra publicada.
O prazo de entrega de originais (que, para os poetas portugueses, poderá ser feita na Câmara Municipal de Vila Real) termina no dia 30 de Abril de 2010.
Os interessados no concurso poderão solicitar as bases ao Grémio Literário Vila-Realense, através do endereço gremio@cm-vilareal.pt ou pelo telefone 259 303 083.
terça-feira, 23 de fevereiro de 2010
Homenagem a Escritores de Barroso
É com vivo entusiasmo que o informamos da homenagem aos nossos amigos e escritores transmontanos Dr. Bento da Cruz, Dr. João Barroso da Fonte e Padre Lourenço Fontes na nossa Casa no dia 26, sexta-feira, pelas 18 horas.
Acontece que estes nossos queridos amigos fazem anos entre 19 e 22 de Fevereiro. Além disso o Dr. Bento da Cruz acaba de assinalar os seus cinquenta anos de vida literária; o Dr. Barroso da Fonte e o Padre Lourenço Fontes viram agora completado um perfil biográfico sobre as suas vidas e obras.
Como expressão de amizade, gratidão e carinho resolvemos organizar uma cerimónia com os seus amigos transmontanos e alto-durienses a residir em Lisboa, num encontro de proximidade, partilha, convívio e reconhecimento do seu trabalho criativo, exortando-os a continuar a dar o testemunho de um tempo e de uma terra que Miguel Torga consagrou como “ Um Reino maravilhoso”.
Na ocasião os autores falam da sua obra e no final tem lugar uma refeição ligeira para quem o solicitar até à véspera.
No sábado, dia 27, sábado, pelas 12h, vai decorrer um Almoço Transmontano no Restaurante Quinta Antiga.
Contamos também com a sua honrosa presença e aguardamos a respectiva reserva para este evento.
segunda-feira, 25 de janeiro de 2010
SOBRE O LANÇAMENTO DO LIVRO “CORRESPONDÊNCIA – 1873/1908”
Bragança, Brigantia, 2008-2009.
A publicação da Correspondência de Trindade Coelho, publicada no final de 2009, é um dos mais interessantes acontecimentos literários dos últimos tempos. Oferece um texto fascinante pela beleza da escrita e pela sua riqueza documental.
Hirondino da Paixão Fernandes (o mais erudito de todos os transmontanos) coligiu, leu e anotou, num opulento volume, 511 missivas escritas por Trindade Coelho, entre 1873 e 1908. Estas cartas preenchem quase todo o percurso existencial do autor (desde os 12 anos até ao fim da vida) e dão testemunho do seu relacionamento com cerca de uma centena de destinatários, entre os quais se encontra um amplo leque dos mais ilustres vultos do horizonte literário e cultural português daquele tempo.
A correspondência está organizada e distribuída por ordem cronológica e vem acrescentada com índices exaustivos de lugares, pessoas e assuntos, que facilitam a procura dos aspectos que mais podem interessar a cada leitor.
Percorrendo toda a obra são muitos e bons os motivos que tornam particularmente gratificante a sua leitura.Salientam-se, pela sua extensão e importância, as 67 cartas de intenso dramatismo emocional dirigidas à lusitanista alemã Luísa EY (um romance-verdade mais bem escrito do que muitos romances epistolares);
A reflexão apaixonada sobre a educação e a política educativa, a discussão crítica e teorética sobre a escrita e a literatura são aspectos que documentam, com grande autenticidade, a conjuntura histórica da época, e que manifestam um raro sentido crítico, uma dimensão cívica, e um vigor intelectual admiráveis. Trindade Coelho foi um grande escritor e um homem sério que cultivou a liberdade e que praticou e defendeu a justiça.
Finalmente, a correspondência revela um transmontano amante da sua terra e da sua gente, generoso para com os seus conterrâneos, e com uma fervorosa vinculação do escritor e da sua criatividade literária às raízes do saudoso pátrio lar.
#Telmo Verdelho
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CURRICULUM VITAE
Telmo Verdelho (1943/11/1).
1.1. Licenciatura em Filologia Românica; doutoramento em Linguística Portuguesa, agregação em História da Língua.
1.3. Professor Catedrático (Universidade de Aveiro) aposentado.
1.4. Actividade docente
— Universidade de Aveiro (1977 — 2007)
— Bolseiro do Governo Francês (1980-84) na Universidade de Paris IV (Sorbonne).
— "Chargé de conférences", na Ecole Pratique des Hautes Etudes, em Paris, (1984).
— Professor Convidado, na Universidade de Paris IV (Sorbonne) (1991/92).
— Professor Visitante na Universidade de Santiago de Compostela em 2000/2001
— Professor Convidado na Universidade da Corunha (2004/2005).
1.5. Participou em várias dezenas de encontros científicos com apresentação de comunicações; integrou muitos júris de concursos e de provas académicas, e orientou e continua a orientar teses de doutoramento e de mestrado nas áreas da linguística, da filologia e da história da cultura.
1.6. Coordenou vários projectos de investigação, o último dos quais, financiado pela FCT, sob a referência de “Corpus” Lexicográfico do Português", mantém na Internet um portal com a abundante informação sobre os dicionários e a lexicografia portuguesa.
1.7. Foi distinguido com o primeiro prémio da Sociedade de Língua Portuguesa e Instituto do Livro (1981)
Principais publicações:
Além de inúmeros artigos versando temas da sua especialidade, publicou os seguintes livros:
—As Palavras e as Ideias na Revolução Liberal de 1820. Coimbra, INIC, 1981.
—Índice reverso de "Os Lusíadas". Coimbra, Biblioteca Geral da Universidade, 1981.
—As origens da gramaticografia e da lexicografia latino-portuguesas. Aveiro, INIC, 1995.
— Dicionarística portuguesa: inventariação e estudo do patrimómio lexicográfico. (em colaboração com João Paulo Silvestre, Aveiro: Universidade de Aveiro, 2007.
— O encontro do português com as línguas não europeias, exposição de textos interlinguísticos. Lisboa, Biblioteca Nacional de Portugal, 2008.
sábado, 23 de janeiro de 2010
Mais uma exposição de pintura na sede
Desde as puídas botas do avô, no quadro “Páginas da Vida” aos verdes e amarelos de vários outros quadros que lhe devem povoar as cearas e as várzeas da saudade, José Augusto Coelho está indelevelmente ligado à terra que o viu nascer e às terras que o formaram.
Utilizando frequentemente técnicas mistas, como o óleo e o acrílico, e também aqui, simbolicamente, o passado e o presente, somos, perante muitos dos seus quadros, levados a concluir que estando perante uma pintura não susceptível de etiquetagem simplista, não conseguimos discernir se estamos perante uma pintura abstractamente concreta, como uma ou outra tela nos querem transmitir ou se ela é concretamente abstracta como outra ou outra além nos querem fazer deduzir.
terça-feira, 24 de novembro de 2009
Planalto !...
Corta em profunda garganta, descuidada, tão rochosa!..
Lá brotou, num fraguedo agreste, a mais bela rosa,
Que o Sol aqueceu e o orvalho aveludou frio!...
Era já Outono!... envolta pelo Sol, reluzente manto,
Que a vidraça deixa ver numa esquina da vida,
Aquela rosa vermelha, era já mais bela e florida,
Como florido era na minha alma aquele recanto!...
Pétalas de veludo, tão vermelhas, de fino traço,
De onde um perfume exala e sobe no espaço,
Que Cupido, passando, na aljava todo recolheu!...
Olhos que te viram deleitados suspensos na vidraça,
Recebem um raio de fogo, de um olhar que embaraça!...
Lançando-o contra um peito, onde a rosa floresceu!!....
Agrochão - Vinhais
(fins.707@gmail.com)