quinta-feira, 22 de maio de 2008

TEATRO DA CTMAD EM BENFICA

14 Junho 21:30

e
15 Junho 17:00
AUDITÓRIO CARLOS PAREDES
GRUPO DE TEATRO
DA
CTMAD
Apresenta

"O Doido e a Morte"
de Raúl Brandão
Personagens
Senhor Milhões - Fernando Marinho
Governador Civil - Serafim Falcão
D. Ana B. Moscoso - Mafalda Sofia
Nunes - Sérgio Reis

"A Anedota"
de Marcelino Mesquita
Personagens
Director - Serafim Falcão
Rapaz - Carla Sofia
Empregado - Sérgio Reis

"Os Malefícios do Tabaco"
de Anton Tchekov
Personagens
Conferencista - Fernando Marinho
Apoio – Junta Freguesia Benfica – Livrarte, Livros e Artes-Remar-CTMAD



O Grupo de Teatro da Casa de Trás-os-Montes e Alto Douro comemorou, em Março último, dois anos de existência.

É este Grupo formado por elementos das mais diversas profissões e escalões etários, mas todos irmanados de força de vontade e dignidade teatral.
Participou o Grupo em vários eventos e tertúlias poéticas, apoiando organizações humanitárias e instituições sem fins lucrativos.
Tendo como organizador, actor e encenador Fernando Marinho, foi com muita dignidade que o Grupo representou a peça “Casa de Pais”, de Francisco Ventura, com grande adesão do público onde se apresentou.
Dando continuidade ao seu trabalho, vai o Grupo apresentar nos dias 14 de Junho às 21:30 e 15 de Junho (Domingo) 2008, pelas 17:00 h, no Auditório Carlos Paredes, em Benfica, três peças: O DOIDO E A MORTE de Raúl Brandão, UMA ANEDOTA de Marcelino Mesquita e MALEFÍCIOS DO TABACO DE Anton Tchekov.



quinta-feira, 24 de maio de 2007

CASA DE PAIS

CASA DE PAIS foi escrita na Primavera de 1940 e entregue, nesse mesmo ano, no Teatro Nacional de D. Maria II.
Submetida, em 1945, à apreciação da Comissão de Leitura do mesmo Teatro, e classificada, subiu à cena em 30 de Abril de 1945. Em 1956 foi adaptada à rádio e transmitida pela Emissora Nacional.
Adaptada também à televisão, a sua transmissão verificou-se na noite de 1 de Agosto de 1960, repetindo-se em 3 de Outubro do mesmo ano, devido a insistentes pedidos do público. Pelo mesmo motivo, voltou a ser transmitida em 7 de Março de 1963, incluída nas festas de aniversário da Rádiotelevisão Portuguesa.
Em 23 de Setembro de 1956, em récita promovida pelo Círculo de Divulgação do Teatro português, serviu para inaugurar o Teatro de Gavião, terra natal do autor.
Desde a sua estreia, tem sido largamente representada por inúmeros agrupamentos, experimentais e de amadores, em todo o país.


SINOPSE DA PEÇA

De várias gerações familiares, quando o pai chegava a idade avançada, eram desprezados pelos filhos, postos ao abandono e obrigados a ir pedir esmola. Esta peça situa uma dessas famílias.

O pai foi obrigado, por dois filhos e uma pérfida nora, a vender todos os seus bens.

De idade avançada e sem forças o pretenderam pôr ao abandono. Porém, um dos filhos solteiro não o permitia. Várias lutas verbais com os outros irmãos mais velhos, e lutando para que fosse permitido um namoro contrariado pela mãe de sua amada, conseguiu vencer o mal pelo bem, fez com que terminasse a maldita tradição, acabando todos por pedir perdão ao pai e assim ficarem todos felizes.